segunda-feira, 20 de outubro de 2014





O ilustre escritor brasileiro Augusto Cury enumera em seu livro intitulado"Pais Brilhantes, Professores Fascinantes", o que ele considera os sete pecados capitais dos educadores.

O primeiro deles é corrigir o educando publicamente. Um educador jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ela seja, diante dos outros. Um educador deve valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.

O segundo é expressar autoridade com agressividade. Os educadores que impõem sua autoridade são aqueles que têm receio das suas próprias fragilidades. Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível.

O terceiro é ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança. Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.

O quarto é punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações. A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações. Para educar, use primeiro o silêncio e depois as idéias. Elogie o educando antes de corrigi-lo ou criticá-lo. Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.

Quinto: ser impaciente e desistir de educar. É preciso compreender que portrás de cada educando arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto. Todos queremos educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam a grandeza do nosso amor.

O sexto, é não cumprir com a palavra. As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não o quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educandos. Cumpra o que prometer. A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.

Sétimo: destruir a esperança e os sonhos. A maior falha que os educadores podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens. Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar. O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.

Você que é pai, professor ou responsável pela educação de alguém, considere que há um mundo a ser descoberto dentro de cada criança e de cada jovem.
Só não consegue descobri-lo quem está encarcerado dentro do seu próprio mundo.
Lembre-se que a educação é a única ferramenta capaz de transformar o mundo para melhor, e que essa ferramenta está nas suas mãos.
Do seu uso adequado depende o presente e dependerá o futuro. O jovem é o presente e a criança é a esperança do porvir.
Pense nisso e faça valer a pena o seu título de educador.
Eduque. Construa um mundo melhor. Plante no solo dos corações infanto-juvenis as flores da esperança.

Momento Espírita

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

"Nos dias de hoje, cada vez mais, acentua-se a necessidade de ser forte. Mas não há uma fórmula mágica que nos faça chegar à força sem que antes tenhamos provado a fraqueza."
Padre Fábio de Melo

Desejo a todos uma linda e abençoada noite! Deus nos fortalece nos momentos de fraqueza, ELE nos dá lições e diante das batalhas saimos fortalecidos! Lembrem-se disso!
A adolescente aguardou o final da aula e se dirigiu ao professor.
Confiava nele e, por isso, desejava lhe contar a tormenta que estava vivenciando. Estava prestes a sair de casa, embora não soubesse para onde ir. Mas, não agüentava mais a situação. Sua mãe se prostituíra e, todos os dias, homens diferentes adentravam o que deveria ser o seu lar.
É uma vergonha! - dizia Karen. Tenho vergonha de minha mãe.
Não nos falamos há muito.
O professor, experimentado nas questões do mundo, ouviu com atenção e sugeriu que ela conversasse com sua mãe. Alguma vez perguntara a ela o que estava acontecendo? Por que se permitia tal comportamento?
Mãe e filha eram como duas estranhas vivendo sob o mesmo teto.
Quando uma entrava, a outra saía.
O tempo passou. Aquele ano se findou e meses depois, a jovem procurou o professor, outra vez. Estava diferente. O rosto irradiava felicidade. Ela falara com sua mãe. Um longo e doloroso diálogo. Ela se dera conta que sua mãe sofria de uma grave carência afetiva. A mãe falara de sua viuvez muito jovem, uma filha para criar, a rebeldia de Karen, a soma das dificuldades e, por fim,
do equivocado caminho pelo qual optara.
Mais um tempo passado e Karen veio dizer ao professor que ela e sua mãe tinham transferido residência. Que se haviam tornado amigas. Que agora costumavam fazer tudo juntas. Que a mãe deixara a vida equivocada e se dedicava, com exclusividade, a ela. Saíam, conversavam, faziam compras, trocavam idéias. Como era boa aquela mãe - dizia a jovem.
Karen estava muito agradecida ao professor por ter sugerido que ela conversasse com sua mãe, que se aproximasse dela.
Hoje, passados alguns poucos anos, Karen está casada e tem um filhinho.
O genro encontrou na sogra uma pessoa especial, dedicada, carinhosa.
Agora, quando o casal deseja viajar, ou necessita estender-se em horas a mais no trabalho, é a mãe dedicada que fica com o netinho.
Vovó, mamãe! – essas são as palavras que alimentam o coração da mãe de Karen.
Em verdade, o anjo de Karen. O anjo de sua vida, que vela todos os dias por ela, pelo genro a quem acolheu como filho e ao netinho.

O diálogo franco, honesto ainda faz muita falta. No lar, as pessoas se isolam, magoadas umas com as outras, por palavras ditas ou não ditas, por atitudes impensadas. Tudo se tornaria bem mais fácil se as pessoas aprendessem a conversar, a perguntar porquês, a indagar de razões.
Se, em vez de se falar às ocultas, criar desconfianças, gerar desencontros, aprendêssemos sempre a conversar, olhando nos olhos uns dos outros,
a vida se tornaria mais fácil de ser vivida.
O que complica a vida é cada qual ficar em seu canto, imaginando que não é amado, querido, desejado, quando seria tão simples perguntar:
Por que você está agindo desta forma? Por que tomou aquela atitude?
Por que não fez o que lhe pedi? Por que esqueceu do nosso aniversário?
Pense nisso e adote, em sua vida, a atitude de nunca deixar para depois
o elucidar qualquer questão.
Converse mais, participe das questões familiares, seja amigo dos seus amores.
Descubra, enfim, a riqueza de cada um e enriqueça-se interiormente,
tornando a sua vida plena de amor, de atitudes de afeto e bem-querer.
Experimente!
Redação do Momento Espírita





O amor é o sentimento mais puro que podemos ter em nosso coração, porque somente
o amor é capaz de proporcionar em nós, as mudanças necessárias para sermos melhores.
Com o amor temos o perdão e através do perdão exercitamos a caridade
e através da caridade temos a oportunidade de nos doarmos ao nosso próximo.
O amor é capaz de desenvolver em nós as nossas virtudes
e desta forma nos dá a oportunidade de corrigirmos os nossos defeitos.
Somente o amor constrói em nós as nossas mudanças e ele é a chave da porta
que nos leva a felicidade que tanto buscamos.
O amor não é egoísta ele é altruísta e por isso todos nós podemos senti-lo
de forma intensa e revigorante em nossa vida.
O amor não é orgulhoso, porque quando se tem o amor sem ilusões ele nos
proporciona o perdão de nossas faltas.
O amor não é vaidoso, ele apenas quer que sejamos o que realmente somos.
O amor é luz, porque ilumina nossa vida, quando acharmos que não temos mais luz.
O amor é alegria, porque contagia nossa vida nos
proporcionando momentos inesquecíveis.
O amor é música, porque canta aos nossos corações.
O amor é saúde, porque senti-lo verdadeiramente nos dá
a força necessária para não adoecermos.
O amor é Divino e senti-lo nos aproxima do Criador.

Gotas de Paz

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.
Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo.
 
Ads by Plus-HD-3.4c×O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a bronca e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.
"Jogue fora suas "batatas"


terça-feira, 14 de outubro de 2014

 Mãe Santíssima!...
Enquanto as mães do mundo são reverenciadas, deixa te recordemos
a pureza incomparável e o exemplo sublime...
Soberana, que recebestes na palha singela o Redentor da Humanidade,
sem te rebelares contra as mães felizes, que afagavam Espíritos criminosos
em palácios de ouro, ensina-nos a entesourar as bênçãos da humildade.
Lâmpada de ternura, que apagaste o próprio brilho para que a luz do Cristo fulgurasse entre os homens, ajuda-nos a buscar na construção do
bem para os outros o apoio de nossa própria felicidade.
Benfeitora, que te desvelastes, incenssantemente, pelo Mensageiro da Eterna Sabedoria, sofrendo-lhe as dores e compartilhando-lhe as dficuldades, sem qualquer pretensão de furtá-lo aos propósitos de Deus, auxilia-nos a extirpar
do sentimento as raízes do egoísmo e da crueldade com que tantas tentamos reter na incorformação e no desespero os corações que mais amamos.
Senhora, que viste na cruz da morte o filho Divino, acompanhando-lhe
a agonia a agonia com as lágrimas silenciosas de tua dor, sem qualquer expressão de revolta contra as criaturas da Terra, conduze-nos
para a fé que redime e para a renuncia que eleva.
Missionária, salva-nos do erro.
Anjo, estende sobre nós as níveas asas!...
Estrela, clareia-nos a estrada com teu lume...
Mãe querida agasalha-nos a existência em teu manto constelado de amor!...
E que todas nós, mulheres desencarnadas e encarnadas em serviço na Terra, possamos repetir, diante de Deus, cada dia, a tua oração de suprema fidelidade:
Senhor, eis aqui tua serva, cumpra-se em mim a tua palavra.
Anália Franco

Após a morte de Jesus, Simão Pedro foi para Jerusalém e, junto a corações amigos do Amigo que partira, fundou uma casa de assistência.O seu objetivo era atender aos órfãos, viúvas e doentes.
Chamou-a Casa do Caminho.
Se o objetivo era nobre e necessário, manter aquele atendimento era bastante difícil. Os necessitados chegavam todos os dias, batendo
àquela porta de misericórdia e poucos eram os recursos.
Por isso mesmo, todas as manhãs, o apóstolo Pedro saía a pedir, em nome do Cristo, batendo às portas de conhecidos e comerciantes. Pedia comida para os seus asilados, roupas, enfim, o que tivessem para lhe ceder.
Ao final da tarde, retornava com os braços carregados de donativos, cansado, extenuado. Na manhã seguinte, tudo se repetia.
Paulo de Tarso, que há pouco abraçara o Cristianismo, após a visão magnífica da Estrada de Damasco, visitando a obra assistencial,
verificou que muito se fazia ali pelo corpo físico das criaturas. Mas o Espírito não era alimentado. Pedro retornava tão cansado das
suas jornadas que não conseguia se deter para lhes falar de Jesus.
Onde estava a mensagem, perguntava Paulo, em nome da qual se erguera aquela Casa? Aqueles seres necessitavam do pão, das vestes, da cama limpa e de medicamentos. Muito mais que isso, precisavam de alimento
para as suas almas. E esse se chamava Boa Nova, o Evangelho de Jesus.
Assim, pensando em resolver a problemática da Casa do Caminho, propôs ao velho apóstolo Pedro que aqueles abrigados que tivessem condições poderiam aprender uma profissão e trabalhar para auxiliar no sustento.
Ele mesmo, Paulo, se propôs a ensinar a sua profissão. Ele era tecelão, sabendo manejar muito bem os fios de cabra, de camelo, a lã das ovelhas.
Animado com a idéia, outro companheiro de Paulo, Barnabé, que era oleiro, se dispôs a ensinar o seu ofício. Logo mais, a Casa do Caminho se auto-sustentava pelo trabalho dos que ali recebiam as suas bênçãos.
E Pedro pôde se voltar para a tarefa de levar conforto aos corações, espalhando os ensinos de Jesus a todos. Graças a essa medida, a Casa do Caminho sobreviveu por anos, atendendo os seus objetivos assistenciais.
Sobretudo, esclarecendo os Espíritos dos homens, que tinham dessa
forma a sua sede de justiça saciada, a sua fome de amor atendida.
Esclarecidos, os que dali partiam, curados das suas mazelas físicas, retornavam ao Mundo com novos valores nos seus corações,
mais aptos para as lutas de cada dia.
Para que a obra prosseguisse no tempo, Paulo procurou, em seguida, braços fortes. Eram pessoas que diziam seguir Jesus mas não saíam
de suas casas. Nada faziam para melhorar a situação do Mundo.
Ele as buscou e as convidou ao trabalho pelo bem do próximo.
Com tal atitude, Paulo de Tarso inaugurou na Terra, a Era da caridade.



A palavra caridade foi cunhada por Paulo de Tarso. Seu significado é amor em ação.
O Divino Mestre falou intensamente a respeito do amor.
Amor ao próximo, aos inimigos e entre Seus seguidores.
Paulo, tomando de todos esses ensinamentos,
os sintetizou em uma palavra: Caridade.
Redação do Momento Espírita