segunda-feira, 13 de outubro de 2014

As mãos de Jesus...
Guiarão nossas mãos e,
quando a tormenta estiver rugindo por fora,
ascendamos a flama da prece e ouviremos
juntos o Senhor de nossas vidas.
Calma e segurança, paciência e fé viva!
Estejamos com o Divino Mestre,
tanto quanto o Divino Mestre está conosco.

- Francisco Cândido Xavier -
Fonte: Gotinhas de Luz



Se criamos a realidade a partir de pensamentos baseados em nossos conceitos
e crenças, como chegamos até aqui? Em que momento nos desviamos da rota
ideal para nos realizar como seres humanos? Como reunimos nossos padrões
mentais e construimos isso que somos hoje? De nada adianta ficar num ciclo
de pensamentos que giram e não nos levam à transformação nenhuma, no máximo
nos fazem ficar desesperados e ansiosos. É preciso acalmar a mente e sentir.
Deixar o próprio corpo relembrar o seu registro emocional. Perceber como ele
foi sendo condicionado a reagir diante das situações da vida e o que podemos
fazer para reprogramar esses símbolos. Aos poucos conseguiremos relacionar
os acontecimentos internos com o que ocorre fora de nós e não mais seremos
estrangeiros em nosso próprio mundo interior...
Abaixo uma reflexão de Osho:

Sempre que nos sentimos "deixados de fora", excluídos, isso gera essa
sensação de ser uma criança pequena e desamparada. Não é de causar espanto,
pois esse sentimento está profundamente enraizado nas nossas experiências da
mais tenra infância. O problema é exatamente esse, porque estando tão
profundamente enraizado, o sentimento ressurge repetidas vezes em nossa
vida, como se fosse uma fita gravada. Neste momento, uma oportunidade lhe
está sendo oferecida para você interromper essa gravação, para deixar de
atormentar-se com a idéia de que, de alguma maneira você "não está à altura"
para ser aceito e recebido. Reconheça que as raízes desse sentimento estão
no passado, e deixe ir embora essa dor antiga. Isso irá trazer-lhe lucidez
para enxergar como pode abrir o portão e iniciar-se naquilo que você tanto
anseia ser.

A.D

sábado, 11 de outubro de 2014

Qual o tamanho do teu orgulho?


É impossível saber e medir o tamanho do nosso orgulho.

Cada um de nós tem a sua medida. Sabemos que a maioria de nós

está em uma fase em que o nosso ego ainda prevalece em função de

qualquer outra característica do nosso ser.

Queremos o mundo para nós . Queremos que as coisas aconteçam do

nosso jeito. Na nossa hora, com a nossa cara e assim vamos

tentando influenciar pessoas a nossa volta para que as coisas

saiam como queremos. Temos que imprimir a nossa vontade.

A força do ego muitas vezes nos cega. Nos cega para as verdadeiras

necessidades. Nos cega para a humildade, compaixão, caridade.

Como não enxergamos o outro não temos como trabalhar com ele.

Na verdade ele trabalha conosco, segundo a nossa vontade.

Meus amigos, será que Jesus nos deixou esse exemplo????

Jesus nos ensinou a oração que diz:

“Pai que seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no Céu.”

Ele exemplificou durante toda a sua estada conosco o amor,

a humildade, o ouvir, o respeito ao sentimento do próximo, a compaixão.

Mas Jesus era perfeito, estava e está muito distante do nosso padrão atual.

Sim por enquanto estamos muito distantes Dele, mas estamos

e queremos caminhar em direção a Ele? Se sim vamos olhar e sentir os seus exemplos.

Vamos além do falar, vamos além do pensar, vamos além do sentir.

Vamos agir em nós para iniciarmos a nossa reforma e a nossa transformação interior.

Esse convite foi feito pelo próprio Mestre há dois mil anos. Vamos seguí-lo? (Gotas de Paz)




Ide por todo o mundo e pregai…
Jesus (Mc.1:15)

Inúmeros companheiros, dedicados à palavra de divulgação da Mensagem do Reino, sentem-se atordoados ou desalentados quando se defrontam com a indiferença ou com a agressividade, em plena tarefa de pregação.

Ads by OMG Music Plus 1.1×Muitas vezes recebem o gelo vibratório e o descaso dos próprios pares da atividade cotidiana do movimento espiritista, tornando-se desiludidos perante o desamor e à frente dos interesses imediatistas que tantos apresentam, ante a Luz e a formosura da Boa Nova que o Espiritismo revive.-se,operadores sinceros do verbo espiritista, se vale a pena persistir, em pleno mar de aberrações, na tumultuada multidão de descaracterizações que se tenta espalhar nos arraiais do Consolad

Refletem variados lidadores da oratória espírita, percebendo-se abafados por vozes da irrisão e do deboche, pela vaidade que parece vitoriosa, pelas artimanhas do orgulho que esparge miasmas, mantendo seu lugar no seio de agremiações que deveriam permanecer como contrafortes, impedindo o acesso do mal, e pensam em parar…

Quantos descoroçoam!

Vários que desistem!

Tantos que não se acham encorajados para prosseguir até a vitória dos ideais superiores!

O Espiritismo, em consubstanciando o verbo do Cristo no mundo, espera dos que foram convocados aos misteres nobilitantes da sua pregação, disposição e devotamento.

O mundo, em sua dramática experiência, leva sobre seu dorso personalidades doentes, necessitadas de todo tipo, em avultado número; incontáveis que, aos poucos, se sensibilizam com os ensinamentos da Verdade.

Os que chegam investidos dos compromissos da pregação espiritista são tidos pelos Guias da Terra como semeadores do Mundo Novo, quando permanecem de ânimo inquebrantável, não obstante as justas que tenham que travar, para superar as agrestias em redor, vencendo a si mesmos.

Não vale a pena desistir, quando a peleja se mostra árdua, uma vez que poucos somos os que já sentimos o frio da indiferença e o aço da calúnia, a peçonha dos maus e a agressão dos irrefletidos, por amor a Jesus…

Vale a pena perseverar até o momento final de nossos combates terrenos, fazendo jus à coroa defidelidade, apanágio dos que não desertam ao longo da batalha.

* * *

Quando alguém apregoa as lições do Cristo, na interpretação das Vozes dos Céus, fala, primeiramente, aos próprios ouvidos, o que significa que todo o pregador, antes de levar aos outros a sua palavra, fá-lo a si mesmo, visando ao aprendizado particular. Se para ninguém mais servir, servir-lhe-á, certamente.

É preciso ser fiel ao Senhor, que tudo faceou, com nobreza, que tudo enfrentou, com intrepidez.

É hora de avançar, então, com alegria, com entusiasmo e coragem, ainda que seja preciso adubar a terra do porvir com suores e lágrimas de sacrifícios e renúncias difíceis.

Nenhum daqueles que se ergueram para apresentar aos homens a claridade deixou de receber o petardo dos inimigos da Luz, nem eximiu-se à baba torpe de despeitados enfermos morais que, sem disposição de fazer o mesmo, também não admitiam a operosidade dos intimoratos.

Ide e pregai… assim determinou Jesus!

Tribulações na jornada… confiança em Jesus.

Competitividade perturbadora… mergulho na humildade com Jesus.

Lágrimas e amarguras em serviço… apoiar-se em Jesus.

Zombaria e frialdade… aquecimento em Jesus.

Desalento a rondar… socorro urgente, em Jesus.

A palavra dedicada à difusão dos ensinos do Espiritismo, com responsabilidade e fidelidade, é das maiores honras que pode anelar aquele que se vê engajado nessas lides, em nome da Caridade.

Em nenhum momento desanimeis, em nenhuma circunstância vos deixeis abater… Todos passarão, os estúrdios também…

Persisti e confiai. Servi e pregai.

Atentai para o Sol que brilha adiante, nos horizontes vitoriosos da Paz, e sede felizes, quando, após toda a dificuldade e toda a luta, vos achardes diante da própria consciência, com o Espírito liberto, e tendo os deveres da caridade verbal devidamente atendidos.

Até lá, cantai o amor e segui o bem, confiantes.

Camilo

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Depois de quase trinta anos cuidando de pacientes deprimidos, o psicólogo Martin Seligman, de 61 anos, professor da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos e também ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, resolveu inverter a situação, isso porque “sabia-se muito a respeito da depressão, mas quase nada sobre a essência comum das pessoas felizes”¹ –, declara Seligman. Com essas idéias na cabeça e diante de um teclado, Seligman escreveu seu novo livro Felicidade Autêntica (Editora Objetiva), desta vez para falar da “psicologia positiva”; o resultado foi um sucesso.
A “psicologia positiva” tem como objetivo determinar o valor das emoções boas no equilíbrio físico e mental e foi criada há cerca de vinte anos, por um grupo de psicólogos e psiquiatras, entre eles, o psicólogo Martin Seligman.
Como dizia o poeta Vinicius de Moraes (1913-1980), “é melhor ser alegre do que triste”; é verdade, os felizes têm pressão arterial mais baixa e sistema imunológico mais ativo. O Ministério da Saúde divulgou o relatório de 2001 com as 100 principais causas de morte divididas em faixas etárias e o resultado é surpreendente. Na faixa etária de 45 a 64 anos a hipertensão arterial ficou em quinto lugar com 6.697 mortes; na faixa etária de mais de 64 anos a hipertensão arterial ficou em sétimo lugar com 16.086 mortes.²
Os felizes vivem mais? Essa pergunta quem vai responder é o dr. Seligman:
“O estudo mais notável feito até hoje sobre felicidade e longevidade analisou o cotidiano de 180 freiras. Todas tinham a mesma DIETA, leve e balanceada, e estavam livres, é claro, de drogas, álcool e cigarro. Como também convém a freiras, elas não eram suscetíveis a doenças sexualmente transmissíveis. Pois bem, mesmo assim, foi constatada uma diferença sensível de longevidade entre as mais e as menos alegres. Entre as primeiras, 90% ultrapassaram os 80 anos. Do outro grupo, apenas 34% chegaram a essa idade”.¹
E o DINHEIRO traz felicidade? Com a palavra novamente o dr. Seligman:
“...Uma pesquisa baseada na lista elaborada pela revista Forbes das 400 pessoas mais ricas dos Estados Unidos constatou que, elas não são mais felizes que as de classe média. A riqueza tem uma correlação surpreendentemente baixa com o nível de felicidade. Os ricos são, em geral, só um pouco mais felizes que os pobres. Nos Estados Unidos, enquanto a renda aumentou 16% nos últimos trinta anos, o número de indivíduos que se consideram muito felizes caiu de 36% para 26%”.¹
E para reforçar esta idéia o dr. Seligman complementa:
“...Você me perguntou sobre a relação entre felicidade e dinheiro. Pois bem: um estudo feito com ganhadores de gordos prêmios de loteria revelou que, passada a euforia causada pela entrada de uma grande soma de dólares, todos retornaram a seu nível básico de felicidade”.¹
Kardec não podia deixar um assunto como esse fora dos livros básicos doutrinários, daí o seu comentário:
“...Para a maioria dos homens, o dinheiro tem ainda irresistível atrativo e bem poucos compreendem a palavra supérfluo, quando de suas pessoas se trata. Por isso mesmo, a abnegação da personalidade constitui sinal de grandíssimo progresso.”³
E complementa:
“Dar-se-ia o inverso, se a opinião geral fustigasse o vício dourado, tanto quanto o vício em andrajos; mas, o orgulho se mostra indulgente para com tudo o que o lisonjeia. Século de cupidez e de dinheiro, dizeis. Sem dúvida; mas por que deixastes que as necessidades materiais sobrepujassem o bom senso e a razão? Por que há de cada um querer elevar-se acima de seu irmão? Desse fato sofre hoje a sociedade as conseqüências.”
Pelo visto, dinheiro misturado com uma boa dose de egoísmo e orgulho se transforma em um poderoso tóxico para a alma. Pois é, dinheiro é muito bom com bom-senso, razão e uma boa dose de altruísmo. O dinheiro não é tudo; parece, mas não é. Muitos pensam que só os ricos podem ajudar os pobres e por isso não fazem nada para minorar o sofrimento alheio. Leia o que diz Kardec:
“...Aliás, será só com o dinheiro que se podem secar lágrimas e dever-se-á ficar inativo, desde que se não tenha dinheiro? Todo aquele que sinceramente deseja ser útil a seus irmãos, mil ocasiões encontrará de realizar o seu desejo. Procure-as e elas se lhe depararão; se não for de um modo, será de outro, porque ninguém há que, no pleno gozo de suas faculdades, não possa prestar um serviço qualquer, prodigalizar um consolo, minorar um sofrimento físico ou moral, fazer um esforço útil. Não dispõem todos, à falta de dinheiro, do seu trabalho, do seu tempo, do seu repouso, para de tudo isso dar uma parte ao próximo? Também aí está a dádiva do pobre, o óbolo da viúva.”4
Outros associam felicidade a poder de compra. Será? Com a palavra o dr. Seligman:
“...Uma pesquisa realizada recentemente abordou um universo de mais de 1000 pessoas em quarenta países. Os responsáveis cruzaram o nível de satisfação pessoal com o poder de compra correspondente a cada lugar. O resultado trouxe obviedades e surpresas. Numa escala de 10 pontos, a nação de pessoas mais felizes e satisfeitas é a Suíça. Os Estados Unidos estão em sexto lugar. Já o Brasil aparece num surpreendente décimo lugar, à frente da Itália, um país rico, onde as pessoas têm um poder de compra quase quatro vezes maior. Isso significa que os brasileiros têm particularidades que contrariam a crença de que felicidade está necessariamente associada a mais dinheiro”.¹
Se não é o sonho de consumo o ideal para a felicidade – que o digam os brasileiros – seria então a beleza física?
“A beleza física certamente traz vantagens adicionais. Mas o fato é que a boa aparência exerce um efeito muito pequeno sobre a felicidade. Marilyn Monroe, para ficar num exemplo óbvio, era bela e profundamente infeliz”.¹
Depois do que disse o dr. Seligman, vale a pena conferir o que diz os Espíritos superiores a Kardec:
“O novo corpo que ele (Espírito) toma nenhuma relação tem com o que foi anteriormente destruído. Entretanto, o Espírito se reflete no corpo. Sem dúvida que este é unicamente matéria, porém, nada obstante, se modela pelas capacidades do Espírito, que lhe imprime certo cunho, sobretudo ao rosto, pelo que é verdadeiro dizer-se que os olhos são o espelho da alma, isto é, que o semblante do indivíduo lhe reflete de modo particular a alma. Assim é que uma pessoa excessivamente feia, quando nela habita um Espírito bom, criterioso, humanitário, tem qualquer coisa que agrada, ao passo que há rostos belíssimos que nenhuma impressão te causam, que até chegam a inspirar-te repulsão. Poderias supor que somente corpos bem moldados servem de envoltório aos mais perfeitos Espíritos, quando o certo é que todos os dias deparas com homens de bem, sob um exterior disforme. Sem que haja pronunciada parecença, a semelhança dos gostos e das inclinações pode, portanto, dar lugar ao que se chama “um ar de família.”6
É verdade que “as aparências enganam”; o corpo é como um espelho onde vemos o reflexo da realidade espiritual, como se fosse pincelado por um pintor impressionista, isto é, sobretudo pelo interesse em efeitos fugazes de luz e movimento, despreocupação com contornos, apesar da aversão aos tons sombrios.
E continua o dr. Seligman:
“A depressão é dez vezes mais freqüente hoje do que era em 1960. Ela também ataca cada vez mais cedo. Acredito que o que aconteceu foi um excesso de confiança nos atalhos que prometem a felicidade imediata: drogas, consumismo e sexo casual, entre outros exemplos. Tudo isso é fruto do narcisismo. E o narcisismo pode levar à depressão. Preocupar-se demais consigo próprio só faz intensificar tendências depressivas. Os profissionais da auto-ajuda vivem apregoando que todo mundo deve ‘entrar em contato com seus sentimentos’. Ora, há limite para isso. Talvez fôssemos mais felizes se nos preocupássemos mais com o outro”.¹
A conclusão do dr. Seligman é calcada no puro bom-senso e eivada de humanismo cristão e não difere das palavras de Kardec, que diz:
“A sublimidade da religião cristã está em que ela tomou o direito pessoal por base do direito do próximo. ”7
E mais adiante:
“Dentre os vícios, qual o que se pode considerar radical?
Temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo. Por mais que lhes deis combate, não chegareis a extirpá-los, enquanto não atacardes o mal pela raiz, enquanto não lhe houverdes destruído a causa. Tendam, pois, todos os esforços para esse efeito, porquanto aí é que está a verdadeira chaga da sociedade. Quem quiser, desde esta vida, ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de egoísmo, visto ser o egoísmo incompatível com a justiça, o amor e a caridade. Ele neutraliza todas as outras qualidades.”
Se você que ser feliz entenda que “FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO” e SORRIA, você está a caminho da felicidade!

Bernardino da Silva Moreira - RIE

Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem...”. JESUS, (Lucas, 23:34).
Se o homicida conhecesse, de antemão, o tributo de dor que a vida lhe cobrará, no reajuste do seu destino, preferiria não ter braços para desferir qualquer golpe.
Se o caluniador pudesse eliminar a crosta de sombra que lhe enlouquece a visão, observando o sofrimento que o espera no acerto de contas com a verdade, paralisaria as cordas vocais ou imobilizaria a pena, a fim de não se confiar à acusação descabida.
Se o desertor do bem conseguisse enxergar as perigosas ciladas com que as trevas lhe furtarão o contentamento de viver, deter-se-ia feliz, sob a algemas santificantes dos mais pesados deveres.
Se o ingrato percebesse o fel de amargura que lhe invadirá, mais tarde, o coração, não perpetraria o delito da indiferença.
Se o egoísta contemplasse a solidão infernal que o aguarda, nunca se apartaria da prática infatigável da fraternidade e da cooperação.
Se o glutão enxergasse os desequilíbrios para os quais encaminha o próprio corpo, apressando a marcha para a morte, renderia culto invariável à frugalidade e à harmonia.
Se soubéssemos quão terrível é o resultado de nosso desrespeito às Leis Divinas, jamais nos afastaríamos do caminho reto.
Perdoa, pois, a quem te fere e calunia...
Em verdade, quantos se rendem às sugestões perturbadoras do mal, não sabem o que fazem
Chico Xavier

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Boa noite amigos queridos! Tenham uma linda noite e um lindo amanhecer!

"A verdadeira paciência e tranqüilidade só podem existir através da profunda humildade do coração. Só os humildes têm a sabedoria de aguardar o momento certo para agir. Só eles podem esperar com tranqüilidade que as tribulações passem, para desfrutarem em seguida da calmaria".
Pe. Marcelo Rossi