segunda-feira, 3 de novembro de 2014


Você é o lavrador. O outro é o campo.
Você planta.
O outro produz.
Você é o celeiro.
O outro é o cliente.
Você fornece.
O outro adquire.
Você é o ator.
O outro é o público.
Você representa.
O outro observa.
Você é a palavra.
O outro é o microfone.
Você fala.
O outro transmite.
Você é o artista.
O outro é o instrumento.
Você toca.
O outro responde.
Você é a paisagem.
O outro é a objetiva.
Você surge.
O outro fotografa.
Você é o acontecimento.
O outro é a notícia.
Você age.
O outro conta.
Auxilie quanto puder.
Faça o bem sem olhar a quem.
Você é o desejo
de seguir para Deus.
Mas, entre Deus e você,
o próximo é a ponte.
O criador atende às criaturas,
através das criaturas.
É por isso que a oração é você, mas
o seu merecimento está nos outros.
André Luiz





Segue fazendo o bem.

Provavelmente, não te faltarão
espinhos e pedras.
Pedras, no entanto, servem
nas construções e espinhos
lembram rosas.
Não percas a OPORTUNIDADE de auxiliar.

Se alguém te lança entraves à marcha,
não te vincules à idéia do mal.
Reflete na Bondade de Deus e caminha.
Não acuses a ninguém.
Compadece-te e age amparando.

Quem te pareça no erro,
unicamente haverá estragado em
si mesmo o sonho de amor e
aperfeiçoamento com que nasceu.

Não gastes tempo,
medindo obstáculos ou lastimando
ocorrências infelizes.

Ouve as frases do bem que te induzem
à frente e esquece tudo aquilo que
se te representa por apelo
à desistência ou desânimo.


Alguns dos minutos das horas de
que disponhas, investidos no reconforto
aos irmãos emparedados no sofrimento,
ser-te-ão contados por créditos
de alegria e de paz.

Sê a coragem dos que esmorecem
e a consolação dos que perdem
a esperança.
Onde encontres a presença da sombra,
acende a luz da renovação.
Quando alguém te fale em tribulações
do presente, destaca as possibilidades
do futuro.
Aos irmãos que te exponham prejuízos
de agora, aponta as vantagens
que virão.

Estende a própria alma na dádiva
que fizeres. De tudo quanto ouças e vejas,
fales ou faças, prevalece tão somente
o amor que puseres nas próprias
manifestações.
Se percebes a vizinhança da tempestade,
não te esqueças de que acima das
nuvens reina o céu azul.

E se te reconheces, dentro da noite,
conserva a segurança de tua fé,
recordando sempre de que o amanhã
trará um novo alvorecer.

Meimei

domingo, 2 de novembro de 2014

Boa noite amigos! Leiam e reflitam!

A vida requer cuidado. Os amores tambem. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só, elas não sabem viver sozinhas...
Quem quizer levar a rosa para sua vida, terá de saber que com elas vão inumeros espinhos. Não se preocupe a beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos...
Padre Fábio de Melo
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da
Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:

“Deus criou tudo o que existe?"

Um aluno respondeu com grande certeza:

-Sim, Ele criou!
-Deus criou tudo? - Perguntou novamente o professor.
Sim senhor - respondeu o jovem.
O professor indagou:
-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e
partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos,
então Deus é mau?
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se
regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de
tempo.
Outro estudante levantou a mão e disse:
-Posso fazer uma pergunta, professor?
-Lógico - foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
-Professor, o frio existe?
-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?
Com uma certa imponência rapaz respondeu:
-De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que
consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou
objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o
calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O
zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos
ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos
essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.
-E, existe a escuridão? Continuou o estudante.
O professor respondeu temendo a continuação do estudante:
-Existe!
O estudante respondeu:
-Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A
escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a
escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz
branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes
longitudes de ondas. A escuridão não!
Continuou:
-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície
onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na
quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma
definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando
não há luz presente.
Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
-Senhor, o mal existe?
Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor
respondeu:
-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos
estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!
Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:
-O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é
simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal
é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como
existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter
Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não
há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça
permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e
perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:

ALBERT EINSTEIN, senhor!

(Autoconhecimento)

sábado, 1 de novembro de 2014

Ter esperanças no amanhã, saber que após a noite vem o dia. Apreciar o nascer, o pôr do sol, amar a todos incondicionalmente. Ter pensamentos positivos, respeitar os sentimentos alheios. Encontrar a felicidade nas pequenas coisas. Entender que somos únicos! Assim você sempre terás ótimos dias. Boa noite!
Mestre e Senhor! Protege os desgraçados
Que se vão sem conforto e sem guarida,
Nas grandes tempestades dessa vida,
No turbilhão da dor e dos pecados.

Ascendem para os céus todos os brados
Da alma humana cansada e dolorida!
Balsamiza, com amor, toda a ferida
Que punge o coração dos degredados;

Degredados na terra tenebrosa,
Terra da sombra estranha e dolorosa,
Recamada de prantos e espinhos!

Ampara, meu Jesus, quem vai chorando,
Entre dores e acúleos, soluçando,
Na miséria de todos os caminhos.

Auta de Souza

A gentileza é o nobre sentimento que, bem cultivado, imanta as almas unas às outras, gerando alegria, bem-estar e respeito mútuo. É, a bendita expressão do amor ao semelhante, que precisa trocar as experiências proporcionadas pelas forças da emoção sob os estímulos do entendimento e do apreço fraternal entre as criaturas.

Hoje em dia, sentimos muita falta de gentileza nos relacionamentos do dia a dia, isso, por que o egoísmo desenfreado da sociedade moderna afasta as pessoas e as isola, por temer justamente o contato com o semelhante, que pré-julgamos ser pernicioso, enquanto que se agíssemos de forma contrária, poderíamos perceber que o outro carrega as mesmas dificuldades e temores que nos atormentam.

O medo nos coloca em guarda, e por qualquer coisa agredimos ou infelicitamos os semelhantes, sem nos darmos conta de que uma atitude de gentileza une e alegra os indivíduos, apaziguando os ânimos, equilibrando as relações, enquanto que a desconfiança desarmoniza e desequilibra as mentes endurecendo os corações.

“A desconfiança grassa entre os homens com ou sem motivo que a justifique. Gera desconforto e mal-estar, armando indivíduos uns contra osoutros, dando margem a suspeitas infundadas e a ódios que se instalam , prejudiciais”. ¹

Em nossa vida diária, a gentileza representa algo de fundamental, e é tão fácil de ser cultivada, bastando para tanto de pequeninas atitudes, em gestos de simpatia e entendimento sejam exercidas com as quais se firmam as raízes do afeto seguro, e se conquista os corações, que como o nosso, também estão ávidos por esses sentimentos.

As nossas atitudes de gentileza se fortalecem e não esgotam ante os choques naturais dos relacionamentos, perdura mesmo quando não encontra eco em muitos indivíduos que ainda não se aperceberam de seu benefício. Se plantássemos mais sementes de gentileza em nossas relações de convivência nos variados setores de nossa vida, o mundo estaria em patamares muito mais elevados de entendimento e respeito entre as criaturas.

A gentileza é doce, meiga, pacífica, discreta benéfica, não se coaduna com o desamor e com ao desrespeito, traz inúmeros benefícios ao seu portador, que frui desde já das delícias do equilíbrio e da companhia dos Bons Espíritos que os orientam e os inspiram no caminho da ascensão espiritual.

A gentileza, não é difícil de ser de ser praticada e constitui mesmo um dever de todo o bom cristão, que aspira ver a Terra pacificada e, o primeiro a ser beneficiado é justamente aquele que a exerce. Quando o portador dessa virtude bendita surge, existe a imediata possibilidade de entendimento e compreensão entre os indivíduo, por ser ele verdadeiro representante das leis de Deus entre os homens.

A gentileza foi primeiramente utilizada por Jesus em todas as relações que teve com seu semelhante, quer entre os discípulos, quer em meio à multidão, o Mestre brindou a todos com a gentileza do amor e do respeito, mostrando que ela é uma das inúmeras faces do amor, essência pura contida nas atitudes dos espíritos Superiores, passo inicial para quem desejar a conquista da felicidade e da pureza espiritual que é o destino do ser Imortal que somos.


Bibliografia:
Franco, Divaldo Pereira, Episódios Diários